"Das entranhas"
A despeito de ser palavras e cérebro,
Talvez um fio de sangue e sal,
O poema que intento aqui,
À lâmpada amarela de sódio,
Nasce, difícil e tenso, das entranhas
E do que resta do que um dia
Foi música lenta, beijos, um caldo afeto.
Blogue de um pretenso poeta, intelectual de cafeteria, reclamão de todas as horas e professor de Literatura por profissão (e, dizem, talento). Poemas e exercícios narrativos, crítica de cultura e maledicências ligeiras em tom farsesco. Tudo aqui é mentira.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Poema de agora
"Poema de agora"
O que resta ao futuro
Exceto repetir obsessivo
Suas pregressas promessas?
O que resta ao futuro
Exceto repetir obsessivo
Suas pregressas promessas?
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