quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Poema

"Das entranhas"

A despeito de ser palavras e cérebro,
Talvez um fio de sangue e sal,
O poema que intento aqui,
À lâmpada amarela de sódio,
Nasce, difícil e tenso, das entranhas
E do que resta do que um dia
Foi música lenta, beijos, um caldo afeto.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Poema de agora

"Poema de agora"

O que resta ao futuro
Exceto repetir obsessivo
Suas pregressas promessas?