Por curiosidade, parei para ver uma pequena exposição de pinturas no Metrô - alguma coisa da quintessência. O local já não ajuda muito, pois puseram os quadros num canto meio escuro, pelo qual só passam os passageiros que vão pegar o monotrilho da linha Prata - em geral, pessoas tão interessadas por artes plásticas quanto eu tenho interesse em pagodeiro e funkeiro. Algumas telas ficam imersas numa penumbra desencorajadora, mas as que ficam sob a luz não me pareceram melhores nem mais interessantes que um ferimento supurado. Fiquei ali, em busca da quintessência, mas o máximo que consegui foi me irritar com a moçoila que teimava em teclar o celular bem na frente de uma das telas. Não que fizesse diferença, dado que todos os quadros eram parecidos, exceto pelas cores.
Blogue de um pretenso poeta, intelectual de cafeteria, reclamão de todas as horas e professor de Literatura por profissão (e, dizem, talento). Poemas e exercícios narrativos, crítica de cultura e maledicências ligeiras em tom farsesco. Tudo aqui é mentira.
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
quarta-feira, 13 de junho de 2018
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