Por curiosidade, parei para ver uma pequena exposição de pinturas no Metrô - alguma coisa da quintessência. O local já não ajuda muito, pois puseram os quadros num canto meio escuro, pelo qual só passam os passageiros que vão pegar o monotrilho da linha Prata - em geral, pessoas tão interessadas por artes plásticas quanto eu tenho interesse em pagodeiro e funkeiro. Algumas telas ficam imersas numa penumbra desencorajadora, mas as que ficam sob a luz não me pareceram melhores nem mais interessantes que um ferimento supurado. Fiquei ali, em busca da quintessência, mas o máximo que consegui foi me irritar com a moçoila que teimava em teclar o celular bem na frente de uma das telas. Não que fizesse diferença, dado que todos os quadros eram parecidos, exceto pelas cores.